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30 aprile 2016

Sinopse Qu³m tem medo de Foucault #3? Sinopse Whº s afraid of Foucault #3?

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Sue Nhamandu

Introdução

[BP] A longo de um processo de um ano e meio de esquizoanalise com a Fabi M. Borges(Antenna Rush), alguns desejos começaram se desenhar, mais especificamente, algumas máquinas desejantes se tornaram óbvias. Um sujeito falante começou traçar um plano de imanência e colocá-lo pela submidiálogia em contato com o mundo. Como ser uma professora de filosofia fora da acadêmia? Mais ainda porque? Que assuntos se desejava abordar sem o rigor tradicional? Movida assim à maquina desejante inciei um grupo work in progress de aulas performance, sobre filosofia de gênero- que nomeei Pornôklastia- com intuito de me curar de uma vontade doente, diante da recepção do diálgo com o mundo outros textos passaram ser gerados e iniciei uma prática de cursos presenciais que partem do eros como philia pelas doutrinas não escritas de Platão, análises de discursos filosóficos de sexo como máquinas de guerra, os conceitos de Tomas Kuhn aplicados ao corpo da fêmea nos laboratórios de sirica molhada, e os Labs de performance pós-porn, neste processo de submidialogia e filosofia em performatividade que tento desenhar a existência dos sujeitos falantes em estado de criação como planos de imanência que operam como máquinas de guerra. A terceira aula -de um grupo de cinco ainda work in progress chamadas Qu³m tem medo de Foucault? é uma performance que gerou uma cartografia/confissões que o texto que agora entrego ao querido leitor.

Introduction

[ENG] At a long of a process of a year and a half of schizoanalysis with Fabi M. Borges (Antenna Rush), some desires began to draw themself, more specifically, some desiring machines become obvious. A  speaker-subject started to draw a plane of immanence and put it with the submidialogy’s resource in touch with the world. How to be a professor of philosophy out of the academy? Moreover, why? What is the matter I wished to discuss to discuss without the traditional rigor? So moved by desiring machine I started start a group work in progress of classroom-performance about gender philosophy – that I named Pornôklastia – aiming to cure myself of an ill will. Before the reception of dialogue with the world other texts began to be generated and I started a practice classroom course that runs from Eros like philia by unwritten doctrines (agrapha dogmata) of Plato, of philosophical discourse analysis of sex as machines of war, Tomas Kuhn’s concepts applied to the body of the female in the wet Sirica/female Jack Off laboratories, and Labs of  post-porn performance. In this Submidialogy process and philosophy in performativity I try to draw the existence of speaking-subjects in creation of state as immanence plans that operate as machines of war. The third lesson – of a group of five still work in progress classroom named Qu³m tem medo/ Whº’s afraid of Foucault? – it is a performance that generated a cartography/ confessions that is the text that now I give to the dear reader.

 

O retorno do personagem biopolítico Sue Nhamandu, que só passa a existir enquanto diálogo com o mundo como internet-drag é fenômeno curioso: Qu³m afinal retorna? Sue Nhamandu existe enquanto pornôklasta, fyloklasta na medida mesma em que inventa a liberdade construindo a máscara de pau de si como cyber personagem. Esse cyborg hiper-real constrói a experiência do vivido em construção, enquanto cria em performatividade. Qu³m retorna é alguém que se inventou numa ética do cuidado de si movida pela força de sua máquina desejante. Num diálogo com Star Wars e a característica duplo-empírica-transcendental do discurso da trama, que conta com Lucas Sky, uma espécie de Chryzto(o “transcendental”) e a ficção científica(o “empírico”).

O personagem biopolítico se anuncia -reinvindicando os artigos(em especial : 7 8, 9, 10, 11 ,12, e 13) do Manifesto Contrassexual de forma performático-performativa em silêncio metafísico artaudiano. Seu retorno como metáfora política e biossocial que prevê: -sua sexualidade como um trabalho em potencial, -uma pedagogia contrassexual transgressora, e -a exploração virtual da desconstrução do heterocentramento. Através da atuação como sujeito falante e invenção de práticas “ensinadas e promovidas mediante distribuição gratuita de imagens e textos contrassexuais (cultura contrapornografica)” enfim dildotectônica.

Um cientista cria in vitro os múltiplos personagens que vão receber o ciberclitoris dessa mutação. A primeira delas uma santa ficcional, a ficção da ficção, a santa enclausurada iluminada por uma vela digital ela é a própria manifestação da mulher no gineceu.

Chega um duplo e sua sombra, uma imagem andrógena, queer. Seus passos lentos pelas escadas ensaiam suas características S&M, a lentidão é um exercício de poder sobre o tempo, os saltos agulhas são evidentemente uma variação semântica do dildo. O doc-aula(peliculestra) é apresentado por dois personagens centrais, uma pornôterrorista nua em repouso bem resolvida com sua nudez, e o operário politizado chapéu panamá e uniforme.

O homem, o discurso que une o corpo interno de três homens, um de Notas do subterrâneo (a escolha de um tovarish em meio duas ficções de brasileiros tem sua razão de ser, a falência da utopia da esquerda corrobora BakuninXMarx na prática pós-utópica pornôklasta anarcopunk como ética do cuidado de si– confesso que me interessa mais o estudo das doutrinas-não-escritas do que epicuristas e estoicos) , um é Macunaíma, um de Um copo de cólera, o primeiro é o próprio Dostoiewski apostando o vestido da esposa. A cabeça de piá, a oralidade munganguenta de moleque, as características de feto enorme, e um ego tão grande que subverte até o próprio o ego destamanhado de Macunaíma, nosso herói nem pra satisfazer a Ci nem a fama comparece, ele só pensa em si embora ame uma Ci também. O desleixo, a ira, o ego e uma carência de presença maternal marcam o homem em discurso, enquanto um drag king se inventa.

Quanto tempo é necessário para vestir uma mulher? Apertar seu corpo, e roubar seu oxigênio na cinta-espartilho? Deixa-la coquete sentindo seus seios? Seu corpo biopolítico sente os aromas, sente o período fértil: é adicta em gestação, quer lactar, o mundo capitalista à força gerar capital, os egos dos homens a invisibilizam, mas ela persevera, ela dialoga com  o mundo, dialoga com o próprio logos, faz arte, não se dissolve no outro, engravida de um poema.

O cinto é uma variação semântica do dildo, ele é usado pra manipular o próprio dildo, num sexo homossexual gay, é uma prática contrassexual feita por um corpo biopolítico de mulher,  cuja a forte queerização permite ejacular- ainda vestindo esse dildo-, num futuro anunciado.

A santa a mulher intocável é a mulher que recebe bombons, flores, poemas é aquela mulher, que a impossibilidade de tocar seu corpo faz o homem tentar tocar seus sentidos, sua alma, mas seu destino é outro ela vaza lagrima sagradas pela próstata e ela vai tocar seus fiéis com veículo liquido, vai lavar suas chagas, vai lavar as escadas de Nosso Senhor do Bonfim.

É uma ficção de re-invenção de escritura e subversão do arquivo orgânico da história da humanidade como história da sexualidade através de produção pós-pornográfica, pornôklastia, ao invés de intervenções políticas abstratas: criação de tecnologias de inscrição performativas.

Uma composição masturbal de cinco camadas de vozes onde uma mesma e única pessoa é barítono, contralto, tenor, soprano e mezzo soprano. Cada camada de voz expressa um espaço conceitual: uma duplicidade (dor/prazer, diferencia/escritura, escritura/differance); conceitos ambíguos que expressam o duplo empírico transcendental( ciência dogmática ressonância mórfica, brincadeiras ontológicas), ou ainda citações de frases completas de Paul Preciado. Sweet Dreams(are made of this) os solos instrumentais da versão de Eurythmics e a versão de Marlin Mason em collage trazem o ambiente sonoro da aula-performance.

 

 

 

 

 

Qu³m tem medo de Foucault? #3 Empírico e o transcendental; e o cogito e o impensado. Partes: II D e II E

Sue Nhamandu

  1. O homem na analítica da finitude , enquanto medida do conhecimento possível é um estranho duplo-empírico-transcendetntal nos dirá Foucault. Veja, o que muda é o objeto analisado antes (no período clássico) a representação na modernidade a finitude do homem. O surgimento deste conceito homem-empírico-transcendental inaugura uma imagem do pensamento: a da modernidade. Pois não se trata da aplicação metodológica da analise do homem, mas o surgimento do conceito. Aquelas ligadas aos sistemas neuromotores, ao espaço e aos domínios do corpo. Que diz da articulação comum das coisas e que funciona como uma especie de estética transcendental, ou seja das condições anatomofisiológicas do conhecimento. As outras, aos estudos das ilusões da humanidade dialética transcendental que dizem das condições histórico sociais do conhecimento, ou seja os planos de imanência preexistente na tradição. Elas funcionam por si mesmas de forma independendente, dado que seus conteúdos é que funcionam enquanto reflexão transcendental.
  2. Surge então; a crítica, uma análise que não advém de um conhecimento puro, mas de arestas arbitrárias que delimitam os domínios confusos de um conhecimento mal acabado. É nesse ponto que as quimeras ideológicas viram joio e as teorias científicas trigo, é interessante lembrar das estruturas das revoluções científicas de Thomas Khun bem como Rupert Scheldrake e a rede de apoios, os paradigmas , investimentos de pesquisas e desejos de prestígios que interferem nos dogmas da ciência, todavia é essa distinção que possibilita o estudo das condições histórias do conhecimento Distinguem- se também duas noções de verdade: a do objeto, e a do discurso. Mas o estatuto deste discurso verdadeiro é ambíguo.

-ou ele encontra a base de sua estrutura na verdade empírica com origem na natureza e na história: analise positivista.

-ou o discurso antecede a verdade ele é quem a desenha definindo ele mesmo a história e a natureza: discurso escatológico.

A verdade do discurso filosófico é quem constrói a verdade em construção. O que se dá não por escolha mas por característica do discurso duplo empírico transcendental.

Escatológico como verdade objetiva que vem do discurso do homem.

Positivista como verdade do discurso que vem definida pelo objeto

São arqueologicamente amalgamados todos os discursos: empírico, críticos, positivista e escatológico.

  1. Um discurso ingênuo, segundo Foucault, é o que até certo ponto caracteriza a contingência do pensamento moderno. Este pensamento, inevitavelmente, busca um discurso fora dos domínios da redução e da promessa. Um discurso dotado de turgidez suficiente para manter separados empíricos e transcendental, todavia, permitindo o vislumbre dos dois. Um discurso que expressa o homem como forma pura e como sujeito que é território do conhecimento. Este discurso cujos conceitos e imagem do pensamento inaugurassem uma teoria do sujeito atuando enquanto personagem analítico em relação com uma quase estética e uma quase-dialética. Algo que articulasse este terceiro termo esse intermediário onde se dá a experiência do corpo e da cultura. Surge então mais um conceito importante no pensamento moderno: os domínios do vivido, onde os conteúdos empíricos se apresentam à experiência, justamente onde se dá a comunicação entre espaço e tempo. Podemos dizer que a analise do vivido se opõe ao positivismo e a escatologia. Mas sendo ampla a ambígua, como aplicar a analise do vivido uma linguagem meticulosa? Nessa esfera do vivido a espessura semântica se mostra e se esconde. Vislumbra-se, então, a teia que conecta as imagens positivistas, o marxismo escatológico com as ponderações fenomenológicas. O que no âmbito das figuras arqueológicas era necessário , se aceitarmos este conceito de homem duplo empírico transcendental.

Parasenteses

  1. Neste contexto de confusão entre o empírico e o transcendental Preciado mostra que as dicotomias metafisicas binárias são sustentadas submetendo à deriva sexualidade não heteronormativas padrão como “brincadeiras ontologicas” que subvertem um contrato social embasado em “ um códico sexual transcendental falso”. Pois como nota Butler as práticas de identificação são excludentes, ou seja se dão por exclusão, assim como Bachelard identifica que são as praticas científicas, na impossibilidade de circundar num involucro preciso e dizer é isso, o Realista crente na metafísica realista exclui o que não-é, assim o realista trabalha com redução do erro e alargamento da célula de localização para garantir o reconhecimento dos objetos dentro da estrutura da metafísica realista também quando se trata de identificar os gêneros, ou de não identificar as trans-especificidades. Butler também nota que ao buscar o feminino e o masculino no “ Terceiro Mundo” e “Oriente” os contextos também são consultados pelas teorias para neles encontrar exemplos e ilustrações de um princípio universal pressuposto. Um tema que pessoalmente me incomoda bastante é o descaso e ausência de estudo sobre a ejaculação feminina e nossa próstata conhecida como1: Ponto G, Falopio, Skene, Bartolino Gräfenberg, acho interessante quando Diana percebe essa peculiaridade de ser queer do corpo quando encado de forma não binária, me incomodava chamar a ejaculação de liquido seminal, mas me reconforta constatar que possuo próstata.
  2. Portanto o regresso ao vivido não marca a real contestação ao positivismo escatológico. A questão, portanto, que se apresenta embora pareça absurda é: ” o homem existe?” Nossa embriaguez com a presença d homem nos fez esquecer que ele existia coisa tal qual os seres humanos, mas o homem é uma novidade. Com que espanto nós recebemos a morte do homem e a ascensão do super homem da profecia nietzscheana. Numa filosofia do retorno isso significa que o homem já desapareceu e surgiu antes.

V O cogito e o impensado

  1. Convenhamos que de fato o homem é no mundo o domínio de uma reduplicação empírico transcendental. Essa figura paradoxal que não se apresenta de prontidão ao cogito.

(p. 445)

Homem fractal sem arestas definidas percorridas indeterminadamente que vão do cogito ao impensado, do empírico ao silente mutável dos terrenos do não pensamento. Tomando como condição: o homem como duplo-empírico-transcendental o vemos também nos territórios do desconhecido. Que se expressa no pensamento em excesso de si enquanto se questiona com respeito ao princípio do que lhe foge. Isso distingue a reflexão transcendental moderna de Kant: a ausência de necessidade na ciência da natureza, mas sua necessidade se dá na consciência silenciosa em iminência de comunicar confidencialmente (glitchiada) por um discurso virtual. Surge uma nova questão: Como é possível que o homem pense essa imagem de alteridade externa de si; como o homem pensa o impensado?

cit 445

Como pode o homem ser o que faz? Trabalho , linguagem e vida. E seu trabalho ser alienado no valor mesmo antes da produção? Falar uma lingua que lhe é anterior, uma palavra soprada

  1. Existe um deslocamento na questão transcendental, uma migração para um novo plano de imanência distinto do kantiana que como efeito colateral desperta uma perspectiva do cogito. Em Descartes o erro, a ilusão, a loucura e o sonho não pertencem a ordem do pensamento. Como pode o homem pensar o impensado? Todavia, nos domínios da análise, o cogito moderno é tão longínquo do cogito cartesiano, quanto o transcendental moderno está distante do transcendental kantiano. Enquanto Descartes elucida o pensamento como uma forma básica separada dos erros do pensamento, da ilusão dos sonhos e etc. Por sua vez o cógito moderno é a validação das arestas em sua maior expansão entre o pensamento e o “não-pensado”. O cogito moderno reduplica e reaviva as estruturas do pensamento com aquilo que lhe cerca na figura de não-pensamento, todavia, um não-pensamento que não lhe é de todo estranho mesmo sendo uma exterioridade. O ser das coisas, na moderndade, passa pelo não pensamento para se traduzir em pensado.
  2. Duplo movimento característico do cogito moderno: não existe mais “eu sou” como consequência do ” eu penso” ; o cogito moderno diz: eu sou essa linguagem, dentro deste sistema, e este trabalho, que sou eu quem faço, mas no final do processo: estou alienado; eu sou essa vida, que embora, não possua da de validade, possui uma iminente finitude. O cogito moderno está alem da questão shakespeariana do ser ou não ser, afinal, ser o que? Ser como? E o que, afinal de contas, vem a ser o não-ser? E qual sua relação com o pensamento. O pensamento moderno então mais se singulariza em sua inclinação própria para questionar o impensado.
  3. Pensar impensado, implica duas consequências: a primeira na esfera histórica e negativa. É possível assim crer que a fenomenologia amalgamou: o cogito cartesiano ao transcendental kantiano, colhido da crítica de Hume. Nessa perspectiva Husserl teria reavivado a faculdade mais primeira da razão ocidental: retornar sobre si mesma num movimeno de depuração da filosofia pura. Estamos operando num domínio onde o transcendenal não é a metafísica, ou a possiblidade de uma ciência da natureza, mas uma reflexão sobre o transcendental. O cogito não como “eu existo” mas como discussão sobre o impensado. A fenomenologia vista dessa perspectiva é a figuração de uma ruptura na episteme moderna. É a mudança de um plano de imanência, uma revolução estrutural na imagem do pensamento, revolução estrutural aqui como mudança de paradigmas. A fenomenologia reativando o a priori, o transcendental e a nebulosa relação entre as analises empírcas. Uma redução do cogito que evoca a ontologia. A fenomenologia é uma descrição do vivido empírica e uma ontologia do impensado.

 

  1. A segunda consequência do impensado é positiva: é a relação do homem com o impensado. Resta a sensação de que o homem como figura positiva do saber apaga a reflexão sobre si mesmo. O inconsciênte neste contexto é alteridade da reflexão das formas do impensado. O inconsciente impensado não é nem natureza limitante nem história catalogada: é o outro. O outro nascido ao lado e junto do homem, numa dualidade gemea em novidade. A poesia é identidade pelo obscuro. O impensado é o duplo insistente e obscuro. O louco vê a semelhança na diferença e não reconhece a diferença. O poeta é aquele quem encontra as semelhanças escondidas nas diferenças cotidianas.

cit 451

  1. O homem, esta nova imagem do pensamento nos domínios da epistêmé acarreta num imperativo internamente no pensamento. Forjado na figuração de uma política, um humanismo e uma moral. Embora o essencial é que o pensamento possa ser na tecitura de sua construção um saber e um modificador de saberes: que transforma a reflexão, a reflexão mesma que esses conhecimentos refletem. O pensamento é uma ação. Pois todo pensamento exprime uma ideologia. O ocidente só conhece dois quadros de ética: o acordo de ética enquanto ordem do mundo, figura de ética que perdura até o séc XVIII é a ética que formula a moral e a lei; e a ética moderna em oposição não figura moral, dado que sua potencia mergulha no interior do pensamento para captar o impensado. Vale lembrar que para Deleuze a filosofia de Spinoza seria a maior de todas as filosofias que existem. É a elucidação do silêncio, a palavra restituída ao que é mudo. É nesse íntimo do silencio metafísico, que o duplo artaudiano e foucaultiano dialogam mais intimamente. Em movimento constante o pensamento subordina-se e liberta-se. No profundo o pensamento moderno que não é mera especulação, mas é ação é onde o outro do homem torna-se o mesmo, em perene movimento.

Notes

1Entrevista : “Esta cultura nos ha secado el cérebro y el coño” Diana J Torres La Pornoterrorista. Sobre o livro : Coño Potens.

2Interview: “Esta cultura nos ha secado el cérebro y el coño” Diana J Torres La Pornoterrorista. About the book: Coño Potens.

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